14/06/2008 às 23:46
Na sexta-feira 13, em reunião, o Conselho Universitário (ConsUni) da Universidade de Brasília aprova a paridade nas próximas eleições para a reitoria e demais cargos diretivos. O voto (por categoria) de servidores/as, professores/as e alunos/as passa a ter o mesmo peso, concretizando uma reivindicação antiga pela reapropriação da universidade pelos grupos que a compõem. Até 18 de Setembro, data das próximas eleições, reuniões do Conselho acontecerão para decidir a metodologia que será adotada.
Horas antes da reunião do ConsUni houve uma assembléia conjunta de estudantes, funcionários/as técnico-administrativos/as e docentes, que fortificou não só a campanha pela paridade nas próximas eleições como também apresentou a necessidade da mobilização contínua para assegurar as pautas reivindicadas. O calendário tem alguns pontos certos: a garantia da paridade real (que os votos valham 33% sem mediação) e o congresso estatuinte - a proposta é de que ele seja também paritário.
A bandeira da paridade é antiga na história da Universidade de Brasília, sendo que inclusive três eleições já ocorreram paritariamente. Justamente quando este sistema foi novamente recusado foram eleitas as gestões de Lauro Mohri e Timothy Mulholland (esta última deposta). A campanha da paridade foi retomada na UnB em 2005 - quando foi derrotada truculentamente no CONSUNI - sendo intensificada desde a última ocupação do prédio da reitoria, durante o mês de abril de 2008.
fonte :http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/06/422230.shtml
domingo, 15 de junho de 2008
UNB aprova eleições paritárias - Por DEMOCRACIA
terça-feira, 10 de junho de 2008
HORÁRIO DO CACS
Nessa quarta, dia 11/06, às 9:30h no anfi 600
Início da avaliação do Curso
com a Profa. Sônia Miranda
e distribuição dos formulários
para avaliação dos professores
do primeiro semestre de 2008.
PARTICIPE!
PARTICIPE!
sábado, 7 de junho de 2008
Por falta de professores, Psicologia não iniciará segundo semestre.
Professores, Centro Acadêmico (CAP) e estudantes se organizam para paralisação.
Caros professores e alunos,
Na última reunião do colegiado do curso de psicologia, realizada no dia 05/06, foi proposta a inclusão e discutida pauta referente à atual situação de nosso curso, tendo em vista a eminência de uma redução drástica e bastante danosa no número de professores substitutos do DEPSI, para o próximo semestre, conforme informações oficiais recentemente difundidas. Como bem sabemos, se tivéssemos que assumir o impacto dessa redução, tal fato implicaria não só o aumento de nossa carga horária docente semanal como, consequentemente, enormes prejuízos para a qualidade de nosso trabalho e para a formação de nossos alunos.
Sendo assim, o colegiado do curso de psicologia, após ampla discussão, resolve, por unanimidade, tomar a seguinte posição e encaminhamentos frente ao problema:
Em primeiro lugar, determinar que, não havendo o número suficiente de professores no próximo semestre, para cobrirmos todas as disciplinas do nosso currículo, nosso próximo semestre letivo não será iniciado.
Segundo, eleger a próxima quinta-feira, dia 12/06, como Dia de Mobilização do Curso de Psicologia. Portanto, interrompendo nessa data nossas atividades acadêmicas. O objetivo seria não só mobilizar como esclarecer a situação para nossa comunidade docente e discente. Assim, em horário a ser definido pelo CAP, será realizada Assembléia Geral de professores e alunos, ao término da qual será encaminhado pessoalmente, por professores e alunos, à Direção do Setor, documento oficial contento nosso posicionamento.
Cordialmente,
Prof. Joao H. Rossler
Na última reunião do colegiado do curso de psicologia, realizada no dia 05/06, foi proposta a inclusão e discutida pauta referente à atual situação de nosso curso, tendo em vista a eminência de uma redução drástica e bastante danosa no número de professores substitutos do DEPSI, para o próximo semestre, conforme informações oficiais recentemente difundidas. Como bem sabemos, se tivéssemos que assumir o impacto dessa redução, tal fato implicaria não só o aumento de nossa carga horária docente semanal como, consequentemente, enormes prejuízos para a qualidade de nosso trabalho e para a formação de nossos alunos.
Sendo assim, o colegiado do curso de psicologia, após ampla discussão, resolve, por unanimidade, tomar a seguinte posição e encaminhamentos frente ao problema:
Em primeiro lugar, determinar que, não havendo o número suficiente de professores no próximo semestre, para cobrirmos todas as disciplinas do nosso currículo, nosso próximo semestre letivo não será iniciado.
Segundo, eleger a próxima quinta-feira, dia 12/06, como Dia de Mobilização do Curso de Psicologia. Portanto, interrompendo nessa data nossas atividades acadêmicas. O objetivo seria não só mobilizar como esclarecer a situação para nossa comunidade docente e discente. Assim, em horário a ser definido pelo CAP, será realizada Assembléia Geral de professores e alunos, ao término da qual será encaminhado pessoalmente, por professores e alunos, à Direção do Setor, documento oficial contento nosso posicionamento.
Cordialmente,
Prof. Joao H. Rossler
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Candidato de Requião entra em lista de inelegíveis do TCU
O Reitor-candidato teve as contas reprovadas no comando da UFPR.
O ex-reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pré-candidato do PMDB à Prefeitura de Curitiba, Carlos Moreira Júnior, foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e está na lista de inelegíveis que será encaminhada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a quem caberá decidir se ele pode ou não participar das eleições de 2008. Na decisão tomada no dia 28 de fevereiro de 2007, a 2ª Câmara do Tribunal aponta uma série de irregularidades cometidas pelo peemedebista na gestão da instituição de ensino ao longo de 2003.
O ex-reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pré-candidato do PMDB à Prefeitura de Curitiba, Carlos Moreira Júnior, foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e está na lista de inelegíveis que será encaminhada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a quem caberá decidir se ele pode ou não participar das eleições de 2008. Na decisão tomada no dia 28 de fevereiro de 2007, a 2ª Câmara do Tribunal aponta uma série de irregularidades cometidas pelo peemedebista na gestão da instituição de ensino ao longo de 2003.
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Fonte: Jornal do Estado (04/06/2008)
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OBS: Na última semana o reitor Carlos Moreira Junior se exonerou do cargo para se candidatar à prefeitura.
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Cine Sociais
Cine Sociais
Sexta feira, 5 de junho
filme ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
às 14 e às 18h
sala 1112
Sociologia e Filosofia passam a ser obrigatórias no ensino médio
Medida, que vale para as três séries, entra em vigor hoje, com a publicação no Diário Oficial da União, mas só deve ser aplicada a partir do ano que vem.
A lei que torna o ensino das disciplinas de Sociologia e Filosofia obrigatório em todos os anos do ensino médio nas escolas públicas e privadas foi sancionada, ontem, pelo presidente da República em exercício, José Alencar. A nova lei altera o artigo 36 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. A obrigatoriedade, segundo o texto da lei, entra em vigor a partir da sua publicação no Diário Oficial da União, prevista para hoje. Contudo, segundo o Ministério da Educação (MEC), este ano deve servir como fase de ajuste para implantação do sistema no ano que vem.
“Isto é uma revolução em termos pedagógicos”, comemora o professor de Filosofia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Emanuel Appel, que é representante, em Brasília, do Fórum Sul-Brasileiro de Filosofia e Ensino. “Não que outras disciplinas não sejam críticas, mas Filosofia e Sociologia têm tradição crítica e permitem ao estudante um projeto de autonomia intelectual.”
A inclusão das duas disciplinas no currículo do ensino médio não é algo totalmente novo. Em 21 de agosto de 2006, o Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou uma resolução que tornou obrigatória as disciplinas no ensino médio, dando às escolas o prazo de um ano para adequação. A resolução, entretanto, não foi seguida em todas as unidades da federação. Alguns sistemas estaduais invocaram a LDB para não cumprir a orientação do CNE.
Até então, a LDB previa apenas que os estudantes deveriam demonstrar “o domínio dos conhecimentos de Filosofia e de Sociologia necessários ao exercício da cidadania”. As duas disciplinas, portanto, eram ofertadas de forma contextualizada e interdisciplinar, sem a necessidade de uma separação curricular específica. “Sem uma matriz curricular, não funcionava, na prática”, avalia o coordenador do Departamento de Educação Básica da Seed, Ademir Aparecido Pinhelli Mendes.
No Paraná, a orientação do CNE foi desde logo seguida e, ainda, corroborada por uma lei estadual e pela regulamentação de uma resolução do Conselho Estadual de Educação (CEE). Desde, então, as escolas paranaenses passaram a ofertar, obrigatoriamente, as duas disciplinas em pelo menos uma das três séries do ensino médio. Contudo, com a nova lei sancionada ontem, as escolas terão de fazer mais um ajuste. A partir de agora, as duas disciplinas passam a ser obrigatórias em todos os anos do ensino médio.
De acordo com Mendes, no Paraná, Filosofia e Sociologia terão, no mínimo, duas aulas semanais, cada uma, nos três anos de ensino médio, a partir de 2009. “No Paraná, o impacto não é tão grande porque já existiam as disciplinas em uma das três séries do ensino médio”, afirma. “Temos também os livros didáticos de Filosofia e Sociologia, que são pioneiros no país.”
Mesmo o impacto no Paraná não sendo tão grande quanto em outros estados, a nova lei vai exigir que seja feita uma readequação de matriz curricular do ensino médio no estado. “Algumas disciplinas de quatro aulas semanais, por exemplo, terão de ter o número de aulas diminuídas”, explica Mendes. Appel reconhece o problema. “Reconheço a dificuldade de fazer com que professores de outras disciplinas cedam espaço, mas Filosofia e Sociologia estão retomando um espaço que lhes pertencia”, diz, referindo-se ao fato de que as duas disciplinas faziam parte do currículo escolar até 1971, ano em que foram excluídas pela Ditadura Militar e substituídas por Organização Social e Política Brasileira e Educação Moral e Cívica.
Para o presidente do CEE, Romeu Gomes de Miranda, a questão é delicada. “A nossa preocupação é a pulverização do ensino médio. O aluno acaba vendo um pouco de tudo e o fundamental pode acabar sendo precarizado. O sucesso depende de cada estabelecimento de ensino, desdobrando o período de aulas para o contra turno, o que pode ser um problema maior para as escolas públicas”, opina.
A diretora de relações educacionais da Federação Nacional de Escolas Particulares e de legislação e normatização do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Estado do Paraná, Maria Luíza Xavier Cordeiro, tem uma opinião parecida. “A carga horária no ensino médio é pequena para a quantidade de conteúdo a ser passado”, avalia. “Ninguém nega a importância, mas, para comportar as duas disciplinas, temos tido uma grande dificuldade. Mesmo assim não tivemos notícia de nenhuma escola que não conseguiu implantar de alguma forma.”
A nova exigência, dizem os especialistas, pode fazer que outras discussões sejam tiradas do baú na tentativa de solucionar a questão. Uma idéia seria agregar um ano a mais ao ensino médio. Ou, ainda, implementar o período integral.
fonte:
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=772197&tit=Sociologia-e-Filosofia-passam-a-ser-obrigatorias-no-ensino-medio
A lei que torna o ensino das disciplinas de Sociologia e Filosofia obrigatório em todos os anos do ensino médio nas escolas públicas e privadas foi sancionada, ontem, pelo presidente da República em exercício, José Alencar. A nova lei altera o artigo 36 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. A obrigatoriedade, segundo o texto da lei, entra em vigor a partir da sua publicação no Diário Oficial da União, prevista para hoje. Contudo, segundo o Ministério da Educação (MEC), este ano deve servir como fase de ajuste para implantação do sistema no ano que vem.
“Isto é uma revolução em termos pedagógicos”, comemora o professor de Filosofia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Emanuel Appel, que é representante, em Brasília, do Fórum Sul-Brasileiro de Filosofia e Ensino. “Não que outras disciplinas não sejam críticas, mas Filosofia e Sociologia têm tradição crítica e permitem ao estudante um projeto de autonomia intelectual.”
A inclusão das duas disciplinas no currículo do ensino médio não é algo totalmente novo. Em 21 de agosto de 2006, o Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou uma resolução que tornou obrigatória as disciplinas no ensino médio, dando às escolas o prazo de um ano para adequação. A resolução, entretanto, não foi seguida em todas as unidades da federação. Alguns sistemas estaduais invocaram a LDB para não cumprir a orientação do CNE.
Até então, a LDB previa apenas que os estudantes deveriam demonstrar “o domínio dos conhecimentos de Filosofia e de Sociologia necessários ao exercício da cidadania”. As duas disciplinas, portanto, eram ofertadas de forma contextualizada e interdisciplinar, sem a necessidade de uma separação curricular específica. “Sem uma matriz curricular, não funcionava, na prática”, avalia o coordenador do Departamento de Educação Básica da Seed, Ademir Aparecido Pinhelli Mendes.
No Paraná, a orientação do CNE foi desde logo seguida e, ainda, corroborada por uma lei estadual e pela regulamentação de uma resolução do Conselho Estadual de Educação (CEE). Desde, então, as escolas paranaenses passaram a ofertar, obrigatoriamente, as duas disciplinas em pelo menos uma das três séries do ensino médio. Contudo, com a nova lei sancionada ontem, as escolas terão de fazer mais um ajuste. A partir de agora, as duas disciplinas passam a ser obrigatórias em todos os anos do ensino médio.
De acordo com Mendes, no Paraná, Filosofia e Sociologia terão, no mínimo, duas aulas semanais, cada uma, nos três anos de ensino médio, a partir de 2009. “No Paraná, o impacto não é tão grande porque já existiam as disciplinas em uma das três séries do ensino médio”, afirma. “Temos também os livros didáticos de Filosofia e Sociologia, que são pioneiros no país.”
Mesmo o impacto no Paraná não sendo tão grande quanto em outros estados, a nova lei vai exigir que seja feita uma readequação de matriz curricular do ensino médio no estado. “Algumas disciplinas de quatro aulas semanais, por exemplo, terão de ter o número de aulas diminuídas”, explica Mendes. Appel reconhece o problema. “Reconheço a dificuldade de fazer com que professores de outras disciplinas cedam espaço, mas Filosofia e Sociologia estão retomando um espaço que lhes pertencia”, diz, referindo-se ao fato de que as duas disciplinas faziam parte do currículo escolar até 1971, ano em que foram excluídas pela Ditadura Militar e substituídas por Organização Social e Política Brasileira e Educação Moral e Cívica.
Para o presidente do CEE, Romeu Gomes de Miranda, a questão é delicada. “A nossa preocupação é a pulverização do ensino médio. O aluno acaba vendo um pouco de tudo e o fundamental pode acabar sendo precarizado. O sucesso depende de cada estabelecimento de ensino, desdobrando o período de aulas para o contra turno, o que pode ser um problema maior para as escolas públicas”, opina.
A diretora de relações educacionais da Federação Nacional de Escolas Particulares e de legislação e normatização do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Estado do Paraná, Maria Luíza Xavier Cordeiro, tem uma opinião parecida. “A carga horária no ensino médio é pequena para a quantidade de conteúdo a ser passado”, avalia. “Ninguém nega a importância, mas, para comportar as duas disciplinas, temos tido uma grande dificuldade. Mesmo assim não tivemos notícia de nenhuma escola que não conseguiu implantar de alguma forma.”
A nova exigência, dizem os especialistas, pode fazer que outras discussões sejam tiradas do baú na tentativa de solucionar a questão. Uma idéia seria agregar um ano a mais ao ensino médio. Ou, ainda, implementar o período integral.
fonte:
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=772197&tit=Sociologia-e-Filosofia-passam-a-ser-obrigatorias-no-ensino-medio
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Filosofia e Sociologia obrigatórias no Ensino Médio vão hoje à aprovação presidencial.
Da Redação*
Em São Paulo
O projeto que torna filosofia e sociologia disciplinas obrigatórias nostrês anos do ensino médio será sancionado nesta segunda-feira (2) pelopresidente em exercício José Alencar, segundo previsto em sua agenda.
O texto, que não especifica quando a lei deve ser implementada, foiaprovado em maio no Senado e depende agora de aprovação presidencial.
Segundo levantamento do CNE (Conselho Nacional de Educação), ao menos17 Estados já têm as duas disciplinas no ensino médio. Outras escolas,muitas delas particulares, já as oferecem há anos.
Veto em 2001Filosofia e sociologia foram retiradas do currículo obrigatório doensino médio durante o regime militar (1964-1985) e substituídas poreducação moral e cívica e organização social e política brasileira.
Em 2001, o presidente Fernando Henrique Cardoso vetou um projeto de leique incluía as disciplinas novamente. O texto, proposto pelo petista Padre Roque (PT-PR), havia sido aprovadopela Câmara e pelo Senado.
Sob a gestão tucana, o Ministério da Educação argumentou que o textocriava ônus para os Estados, que teriam de contratar mais professores,e era anacrônico, já que os currículos modernos deveriam, para oex-ministro Paulo Renato Souza, pregar a interdisciplinaridade.
sábado, 31 de maio de 2008
Estudantes ocupam Fundae e debatem papel das fundações universitárias de apoio

Fritz Nunes envia relato de Santa Maria sobre a ocupação da sede da Fundae:
Um grupo de estudantes da UFSM e da UFRGS ocupou na manhã desta sexta-feira a sede da Fundação Educacional e Cultural para o Aperfeiçoamento da Educação e da Cultura (Fundae), no centro de Santa Maria. A ação foi um protesto contra o envolvimento da Fundae, junto com a Fatec, ambas fundações de apoio ligadas à UFSM, no escândalo do Detran. Ao final da tarde desta sexta, a advogada Sandra Feltrin, que prestou apoio jurídico aos estudantes, informou que a saída da sede da Fundae ocorreu de forma tranqüila, sem a necessidade de uso da força por parte da Polícia Militar. Os advogados da fundação, em conjunto com os oficiais de justiça que cumpriram a reintegração de posse, constataram que não houve dano ao patrimônio da entidade.
Na noite desta sexta, o presidente eleito da Andes (Associação Nacional de Docentes do Ensino Superior), Ciro Correia, e o presidente do Sedufsm (Sindicato dos Docentes da UFSM), Diorge Konrad, debatem na sede do Acampamento da Juventude, na Escola Irmão José Otão, o tema das fundações de apoio. A programação faz parte das atividades do Fórum Mundial de Educação que está sendo realizado em Santa Maria.
Foto: Renato Seerig
fonte: http://www.rsurgente.net/2008/05/estudantes-ocupam-fundae-e-debatem.html
fonte: http://www.rsurgente.net/2008/05/estudantes-ocupam-fundae-e-debatem.html
ASSEMBLÉIA
Sociais,
Cancelamos a atividade da próxima quarta-feira de concluir o questionário para avaliação dos professores e ver sua aplicabilidade.
Em função da verba reduzida que temos na AAE, das outras despesas já feitas (ERECS) e outras previstas (pré ERECS, SACS UEL, Seminário Sociologia Filosofia no Ensino Médio ) na próxima quarta-feira, 04/06 teremos uma Assembléia para debater e deliberar como aplicaremos a verba que temos e qual investimento será feito no ônibus para o ENECS - Encontro Nacional de Ciências Sociais.
O encontro acontecerá na última semana de julho em Salvador- BAHIA. A localidade do encontro e a organização que o movimento de área vem construindo desde o ERECS com outras universidades geraram bastante interesse para esse ENECS.
então:
ASSEMBLÉIA dia 4/05
no horário do CACS
Informes ERECS e outros
pauta: verba pro BUS pro ENECS/Bahia.
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Logo teremos aqui um informe do ERECS.
Por enquanto vejam as fotos nos slides e álbum!
terça-feira, 6 de maio de 2008
Avaliação do Curso
O CACS convida a todos aqueles que estiverem interessados em construir uma avaliação do curso de Ciências Sociais - em seus diversos aspectos: estruturais, curriculares e de pessoal/funcionários - a participar do Horário do CACS dessa quarta, dia 7 de maio, às 9:30h no anfi 600.
A idéia é elaborar uma avaliação ampla que nos dê base para construir um projeto de curso e mais do que isso, intervir nas questões práticas do curso de ciências sociais a partir de exemplos de outros cursos que com avaliações semelhantes obtiveram boas melhoras no funcionamento de seus cursos.
Participe!
A idéia é elaborar uma avaliação ampla que nos dê base para construir um projeto de curso e mais do que isso, intervir nas questões práticas do curso de ciências sociais a partir de exemplos de outros cursos que com avaliações semelhantes obtiveram boas melhoras no funcionamento de seus cursos.
Participe!
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